Gilmar Denck
A solidariedade proativa é a chave para superar crises antes que se tornem emergências. No entanto, vivemos em uma sociedade que, muitas vezes, prioriza respostas reativas, ignorando a importância do planejamento e da prevenção. A tragédia no Rio Grande é um exemplo doloroso dessa realidade. Desde 2010, alertas técnicos apontavam para o desastre, mas foram negligenciados. Por que adiamos ações que poderiam salvar vidas?
Promover uma cultura de solidariedade proativa significa reconhecer que o futuro não é uma página em branco, mas um livro escrito pelas decisões de hoje. Ações preventivas, como investimentos em infraestrutura e sistemas de alerta, são mais do que prudência; são atos de coragem. Essa abordagem evita tragédias e fortalece comunidades.
Adotar a solidariedade proativa exige abandonar a visão de que a independência individual é suficiente. Quando ignoramos o poder da colaboração, enfraquecemos o tecido social que nos une. Por outro lado, ao somar esforços, criamos comunidades resilientes e capazes de enfrentar qualquer desafio.
A solidariedade deve ser um hábito diário, presente em cada projeto e iniciativa. Assim, transformamos nossas cidades em bastiões de força e esperança. Este é um chamado à ação: não podemos mais ser espectadores passivos. Precisamos abraçar a solidariedade proativa, unindo forças para prosperar, mesmo nas tempestades mais severas.