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Dados do PMAI foram oficialmente apresentados

09/10/2017

Foram apresentados oficialmente na tarde desta segunda-feira (9) os dados obtidos com o estudo socioeconômico feito dentro do Programa Municipal de Atração de Investimentos (PMAI), contratado pela parceria entre a Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG) e a Prefeitura em maio deste ano.

A apresentação foi feita por Jean Alberini, gerente de Desenvolvimento Econômico da Agência Paraná de Desenvolvimento (APD), que por meio de gráficos e tabelas fez um Raio-X da economia ponta-grossense. Dados como produção industrial e agropecuária, volume de exportações e empregos em cada área servirão para a continuidade do trabalho, voltado a trazer investimentos para o município. “Um dos setores que tem maior potencial é o de produção de ônibus e caminhões, que também tem um enorme valor agregado. Podemos trabalhar para trazer empresas que trabalhem dentro desse setor”, explicou, dando uma ideia de como as ações podem ser efetivadas.

Alberini apresentou também os resultados das pesquisas feitas nas reuniões de trabalho com as entidades e instituições de Ponta Grossa, nas quais foi feita avaliação de infraestrutura e percepção dos pronta-grossenses a respeito do cenário no município. Os questionários eram formados por 160 perguntas para serem respondidas em uma escala de 0 a 10. As questões foram divididas em 11 categorias sendo: condições de infraestrutura; base empresarial; clima de investimentos; mercado; estrutura urbana; condição social; base educacional; condições e relações de trabalho; sistema de ciência e tecnologia; meio ambiente; e ambiente institucional.

“Nos questionários respondidos por vocês foi detectado, por exemplo, que há uma necessidade de investimento para grupos locais. Isso é algo que pode ser trabalhado, lembrando que é uma percepção, não necessariamente é a realidade”, disse.

Em relação à estrutura urbana, esses mesmos questionários mostraram problemas na recuperação de áreas degradadas, além de problemas na qualidade da rede de saúde pública. Já a base educacional foi bem avaliada em relação às condições de ensino superior e taxa de alfabetização funcional. “Em geral a educação está muito bem”, destacou Jean.  Segundo ele, essa etapa de diagnóstico socioeconômico representa apenas 30% do trabalho, que terá ainda oficinas e desenvolvimento de projetos voltados à solução de problemas apontados pela própria comunidade. “É um projeto de planejamento com expectativa de resultado em curto prazo, seja para a vinda de uma empresa ou melhoria em um dado específico”, finalizou. 

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