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Liderança disruptiva é abordada por Allan Costa

13/11/2017


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A Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG), juntamente com o Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), conveniada com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou nesta segunda-feira (13), palestra com Allan Costa. Em quase duas horas de explanação, Costa discorreu sobre as mudanças na realidade mundial em virtude dos avanços tecnológicos e com isso a necessidade de se adequar a estas mudanças que além de não lineares, são constantes.

Allan Costa é Empreendedor Serial; fundador da Allan Costa Palestras e Consultoria, da Inspiradores (agência de inspiração), da The Cave (estúdio de apresentações corporativas) e da B! Storytelling (soluções em storytelling corporativo); sócio da Looks Creative Studio (produtora de video e conteúdo com foco em Internet). Atuou como Diretor Presidente da Cooper Card (2013); Diretor Superintendente do SEBRAE/PR (2007-2013); CIO do Sebrae/PR (1995-2005); Diretor Geral e Secretário de Estado da Secretaria de Planejamento do Estado do PR (2005-2006). É investidor-anjo ligado à Harvard Business School Startup Angels e co-fundador da Curitiba Angels; Cônsul Honorário da Grã-Bretanha no Paraná; Conselheiro de Empresas Nacionais; co-autor dos livros “Estratégias para Crescer (2014)” e “Electronic Business in Developing Countries (2003)” e palestrante internacional (Argentina, Chile, Canadá, África do Sul, Hungria, Eslovênia, Japão e Inglaterra).

O palestrante falou de diversos exemplos de novas tendências de mercado, em virtude da velocidade de criação de novas ferramentas tecnológicas. Comentou que se fosse para adquirir a 10 anos todos os equipamentos, que hoje estão disponíveis no celular, se gastaria o equivalente a uns R$ 20 mil em vários itens diferentes, mas que atualmente está tudo em um aparelho apenas. “Produtos fabricados deixam de existir e o mercado se transforma. Não precisamos nos reunir pessoalmente para tomar decisões ou mesmo para ministrar cursos como este. Antigamente as empresas levavam décadas para ter um patrimônio bilionário, atualmente em alguns casos, poucos anos”, disse Costa, atestando que tecnologia se tornou commodities. 

Segundo ele, não se faz mais negócio como se fazia antes, em virtude disso é necessário se adaptar e tirar proveito deste admirável mundo novo. Ele explica que nem todos tem o mesmo resultado do uso da mesma tecnologia. A diferença do uso da tecnologia vem das pessoas. “Está tudo conectado, mas a essência é a capacidade humana de usar a tecnologia de maneira que ofereça bons resultados”, salienta.

O modelo de liderança é diferente do que era antes, pois questiona as regras e tem a capacidade de reescrevê-las. Por isso, a necessidade de mudar o modelo mental do líder e da equipe. “Atitude é tudo, a liderança disruptiva é baseada na atitude. Os lideres devem desenvolver equipes de protagonistas daquilo que fazem. Tudo o que está na média é medíocre”, falou Costa.





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