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Reajuste na tarifa de ônibus é discutido na ACIPG

23/02/2017


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O preço da tarifa de transporte coletivo foi o tema da reunião da manhã desta quinta-feira (23), na Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG). Reunidos com membros da diretoria, o representante da Associação no Conselho Municipal de Trânsito (CMT), Roberto Mongruel, acompanhado, do presidente da Conselho, Helmiro Bobeck, do conselheiro Celso Augusto Sant`Anna e Fernando Bueno, representante da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT).

Mongruel explicou que três principais fatores motivaram o Conselho acatar a planilha da ACIPG, e consentir com o reajuste de R$ 3,20 para R$ 3,70. Ele comenta que  a redução de passageiros, considerando os dados da Viação Campos Gerais (VCG) que apontaram uma redução mensal média de 58.697 passageiros em todo o sistema. Outro fator é o aumento de salário para colaboradores da empresa, bem como a quilometragem percorrida. Mongruel aponta que de acordo com a empresa, de 2015 para 2016, houve aumento em seu itinerário devido ao surgimento de novos núcleos habitacionais. “Desde 2012, foram desenvolvidos diversos instrumentos de controle e aferição do transporte coletivo em Ponta Grossa, mas ainda não são suficientes”, disse Mongruel que salienta que o Conselho tem que se ater a legislação e aos documentos enviados pela empresa para se manifestar de maneira meramente consultiva.

Os diretores apontaram diversos fatores na planilha que poderiam ser revistos visando a economia e por consequência uma tarifa mais barata, como a revisão das gratuidades das passagens e a meia passagem previstas em leis municipais; a viabilidade da manutenção dos cobradores considerando a quase totalidade do uso da catraca eletrônica, entre outros, baseados na planilha.

Em nome da diretoria da ACIPG, o presidente Douglas Taques Fonseca, disse que a situação deve ser analisada com cautela e a autorização do reajuste sem a amplaição do debate seria algo precipitado. “Conversamos nesta semana com três membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do transporte coletivo de Ponta Grossa, e acreditamos que o prefeito Marcelo Rangel deveria ter o bom senso de não autorizar o reajuste antes do resultado desta CPI”, disse Fonseca.  





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